Corrija o Vineland-3 em segundos.
Vineland-3 com correção automática e Comportamento Adaptativo Geral pronto
Lance os escores brutos do Formulário de Pais/Cuidadores e a plataforma calcula os quatro domínios, o Comportamento Adaptativo Geral (ABC) e as classificações com tabelas normativas oficiais por faixa etária. Você assina o laudo em DOCX.
Early access — junte-se aos primeiros psicólogos a corrigir o Vineland-3 em segundos.
Tente agora — 5 itens-amostra do Vineland-3
Heterorrelato: responda pensando no comportamento habitual do paciente (criança, adolescente ou adulto avaliado).
- 1
Segue instruções de duas etapas (ex.: "vista-se e escove os dentes").
- 2
Veste-se sozinho(a), incluindo botões e zíperes.
- 3
Inicia conversa com colegas em situações sociais.
- 4
Reconhece e nomeia emoções básicas em si e nos outros.
- 5
Realiza tarefas domésticas simples sem precisar de lembrete (guardar brinquedos, arrumar a cama).
0/5 itens respondidos
Demonstração reduzida. O Vineland-3 (Pearson) é heterorrelatado, cobre 4 domínios (Comunicação, Atividades de Vida Diária, Socialização e Motricidade) com centenas de itens e escore composto adaptativo (ABC).
WISC-IV, Vineland-3, RAVLT, ETDAH-AD, ASRS-18, AQ Adultos
auditando cada cálculo do motor de correção
sa-east-1, LGPD-ready, dados em território nacional
aderente à regulação de testagem psicológica
Três passos do questionário ao laudo
O fluxo é desenhado para encaixar entre dois atendimentos — não para virar uma tarefa de fim de semana.
Aplica
Aplique em papel e digite as respostas, ou envie um link único para o paciente preencher por conta própria. Sem instalação, sem planilha.
Calcula
Os escores brutos, inversões de itens, conversões normativas por idade e classificações saem no mesmo instante — auditados por 593 testes automatizados.
Exporta
PDF formatado pronto para anexar ao prontuário ou ao laudo. Estrutura limpa, identificação do(a) profissional, escores e classificação.
Planilha de Excel vs. ClinMetrics
Planilha funciona — até o dia em que uma soma errada vira retrabalho.
| Tarefa | Planilha Excel | ClinMetrics |
|---|---|---|
| Cálculo dos escores | Fórmulas manuais por instrumento | Automático, validado por testes |
| Inversão de itens | Risco de esquecer um item | Aplicada pelo motor de correção |
| Normas por idade | Consulta em tabelas impressas | Tabelas oficiais integradas |
| Risco de erro humano | Alto — somas, transcrições | Mínimo — entrada direta validada |
| Histórico longitudinal | Arquivos soltos por paciente | Linha do tempo por paciente |
| Exportação de laudo | Copia-e-cola em editor de texto | PDF formatado pronto |
| Suporte técnico | Você descobre o erro e conserta sozinho(a) | Equipe ClinMetrics corrige para você |
← deslize a tabela para ver mais →
Sobre o Vineland-3
As Escalas Vineland de Comportamento Adaptativo — Terceira Edição (Vineland-3) avaliam o comportamento adaptativo de pessoas de 0 a 90+ anos por meio do Formulário de Pais/Cuidadores. Mede quatro domínios — Comunicação, Atividades da Vida Diária, Socialização e Habilidades Motoras (esta última apenas para 0–9 anos) — e produz o Comportamento Adaptativo Geral (ABC). Indicada principalmente na investigação de Transtorno do Espectro Autista (TEA), Deficiência Intelectual (DI) e demais condições em que o funcionamento adaptativo precisa ser documentado.
O que é a Vineland-3 (Escalas de Comportamento Adaptativo, 3ª Edição)
A Vineland-3 — Escalas Vineland de Comportamento Adaptativo, Terceira Edição — é uma entrevista semiestruturada considerada padrão-ouro internacional para a mensuração do comportamento adaptativo. Foi desenvolvida originalmente por Sara S. Sparrow, Domenic V. Cicchetti e Celine A. Saulnier, e tem adaptação brasileira publicada pela Hogrefe Editora (Andrea Lane Edde e Camila Zugman). É importante esclarecer um ponto que aparece com frequência na internet: a Pearson é a editora norte-americana original; no Brasil, a publicação atual da Vineland-3 é da Hogrefe. O instrumento não mede inteligência. Mede comportamento adaptativo — o conjunto de habilidades conceituais, sociais e práticas que a pessoa efetivamente realiza no cotidiano, conforme a definição operacional adotada pelo DSM-5 e pela AAIDD. Essa distinção é central: dois sujeitos com QI semelhante podem apresentar perfis adaptativos muito diferentes, e o diagnóstico de Deficiência Intelectual (DI), por exemplo, exige que ambos os domínios — intelectual e adaptativo — estejam significativamente comprometidos. A Vineland-3 cobre toda a faixa de vida, de 0 a 90 anos ou mais. É uma das poucas escalas adaptativas com tal amplitude, o que a torna útil tanto para avaliação infantil (suspeita de atraso global, TEA, DI) quanto para monitoramento de regressão funcional em adultos e idosos com demência, doença de Alzheimer, sequela de AVC, lesão cerebral adquirida ou deficiências sensoriais. A versão BR está cadastrada no SATEPSI, e é instrumento de uso privativo do psicólogo para fins de laudo, conforme regulamentação do CFP. A escala se organiza em cinco domínios. Três principais — Comunicação (Receptiva, Expressiva, Escrita), Habilidades de Vida Diária (Pessoal, Doméstica, Comunidade) e Socialização (Relacionamentos Interpessoais, Brincar e Tempo Livre, Habilidades de Enfrentamento) — compõem o Composto Adaptativo, também chamado de ABC (Adaptive Behavior Composite) ou Comportamento Adaptativo Geral (CAG). Habilidades Motoras é avaliado nas faixas etárias em que faz sentido e Comportamento Mal Adaptado é facultativo, mas muito útil em casos de TEA, transtornos disruptivos e quadros internalizantes. Esse desenho permite responder à pergunta clínica central: o quanto este sujeito consegue fazer, com autonomia, aquilo que se espera de alguém da sua idade.
Como aplicar e corrigir a Vineland-3 na prática clínica
A aplicação se dá por meio de três formulários complementares. O Formulário de Entrevista cobre todas as faixas etárias e é conduzido pelo psicólogo com um informante que conviva com o avaliando — pais, cônjuge, cuidador formal. O Formulário de Pais/Cuidadores é de autopreenchimento pelo informante familiar, também para todas as idades. O Formulário do Professor cobre de 3 a 21 anos e capta o desempenho no contexto escolar. Cada formulário existe em duas versões: a versão extensiva, com mais itens e cálculo de escores por subdomínio, domínio e ABC; e a versão de domínios (níveis de domínio), mais enxuta, que produz apenas escores de domínio e o ABC. A escolha entre elas depende do tempo disponível e da profundidade que o caso exige. O tempo de aplicação realista varia de 30 a 90 minutos, conforme o formulário, a idade do avaliando e a complexidade do quadro. A entrevista semiestruturada é a parte que mais requer treino: o psicólogo faz perguntas abertas e pede exemplos concretos do cotidiano antes de pontuar cada item em 0, 1, 2 (ou registrar N/DK quando o informante não sabe). A pontuação 1 na Vineland-3 — diferente da Vineland-II — exige observação espontânea do comportamento, e essa é uma das fontes mais comuns de erro de quem migra entre edições. A correção manual segue a regra de base e teto. Em geral, a base é estabelecida por 4 itens consecutivos com pontuação 2 (formulário de Entrevista) ou 5 itens consecutivos (Pais/Cuidadores e Professores); o teto, por 4 ou 5 itens consecutivos com pontuação 0. Quando base ou teto não são atingidos, somam-se apenas os itens efetivamente respondidos da seção, sem extrapolação. Essa é, segundo a maioria dos cursos de capacitação no Brasil, a etapa em que os profissionais mais se perdem. A partir dos brutos, o psicólogo converte cada subdomínio em v-scale score (M=15, DP=3) consultando a tabela apropriada por faixa etária; soma os v-scales por domínio; converte o total em escore padrão de domínio (M=100, DP=15); e, por fim, calcula o ABC. A Vineland gera ainda percentil, idade equivalente e escala de crescimento. Esse processo, em planilha ou papel, consome de 1 a 3 horas por aplicação completa — tempo que o ClinMetrics reduz a minutos, aplicando as regras de base/teto automaticamente e usando as tabelas oficiais da adaptação brasileira atual.
Interpretação dos escores da Vineland-3: do v-scale ao laudo
A interpretação parte do Composto Adaptativo (ABC ou CAG), com média 100 e desvio padrão 15. As faixas clássicas são: Alto (≥130), Moderadamente Alto (115–129), Adequado (86–114), Moderadamente Baixo (71–85) e Baixo (≤70). Um ABC ≤70 é o ponto de corte adaptativo para os critérios do DSM-5 de Deficiência Intelectual, mas isoladamente nunca fecha diagnóstico: é preciso combiná-lo com avaliação intelectual formal (WISC-V em crianças, WAIS-IV em adultos) e com história clínica que documente o início no período do desenvolvimento. O v-scale score (M=15, DP=3) abre o ABC em subdomínios e permite leitura mais fina das forças e fraquezas. Um v-scale entre 13 e 17 é considerado adequado; entre 10 e 12, moderadamente baixo; abaixo de 10, baixo; acima de 18, moderadamente alto a alto. Quando o examinando apresenta v-scale homogêneos, o perfil tende a ser global. Quando há grandes assimetrias entre subdomínios, vale a pena suspeitar de perfis específicos: Socialização rebaixada com Comunicação variável e Habilidades de Enfrentamento baixas é o desenho clássico de TEA; Comunicação isoladamente rebaixada sugere transtorno específico de linguagem; rebaixamento adquirido e progressivo em adulto, especialmente em Habilidades de Vida Diária, sugere demência ou sequela neurológica. É útil também conhecer os outros escores que a Vineland-3 fornece: percentil (posição comparada à amostra normativa por idade), idade equivalente (útil para comunicação com famílias, embora frágil estatisticamente) e escala de crescimento (mais sensível a mudanças longitudinais em reavaliação). Atenção a um achado relevante: pesquisas internacionais (Farmer et al., 2020) mostram que cerca de 77% dos avaliados obtêm ABC menor na Vineland-3 do que na Vineland-II, especialmente em populações com DI — fenômeno a considerar ao comparar reavaliações realizadas em edições diferentes. O Comportamento Mal Adaptado (facultativo) produz índices Internalizante, Externalizante e Crítico, e costuma ser indispensável em avaliações de TEA, transtornos disruptivos e suspeita de comorbidades comportamentais. No laudo psicológico, o uso adequado da Vineland-3 obedece à Resolução CFP 06/2019: descrever procedimento, instrumento e versão, apresentar os escores com seus respectivos intervalos de confiança, interpretar à luz da história clínica e integrar com os demais instrumentos da bateria. A Vineland-3 raramente caminha sozinha: ela compõe a bateria com testes de inteligência (WISC-V, WAIS-IV), funções executivas, atenção e — quando necessário — outras escalas adaptativas como a ABAS-II.
Correção automática da Vineland-3 com o ClinMetrics
A correção manual da Vineland-3 tem três fontes recorrentes de erro: a aplicação das regras de base e teto, a consulta às tabelas de v-scale por faixa etária e a soma para fechar domínios e Composto Adaptativo. Esses erros não aparecem na conferência rápida — aparecem semanas depois, quando o psicólogo vai citar a Vineland no laudo e percebe inconsistência entre escores brutos, v-scale e classificação. Em uma rotina de consultório com 10 a 30 avaliações por mês, a probabilidade de algum laudo sair com escore inconsistente é alta, e o custo reputacional é assimétrico. No ClinMetrics, você lança os escores brutos por item (versão extensiva) ou por domínio (versão de níveis de domínio) e a plataforma aplica as regras de base e teto automaticamente, faz lookup nas tabelas oficiais conforme a adaptação brasileira atual da Hogrefe e devolve v-scale por subdomínio, escore padrão por domínio, percentil, intervalo de confiança, idade equivalente e Composto Adaptativo, com a classificação qualitativa correspondente (de Significativamente Baixo a Alto). O Comportamento Mal Adaptado também pode ser calculado, com os índices Internalizante, Externalizante e Crítico via tabelas próprias. Os três formulários — Entrevista, Pais/Cuidadores e Professores — são suportados nas duas versões. O sistema gera um relatório formatado em DOCX no padrão da Resolução CFP 06/2019, com identificação, demanda, procedimento e análise por domínio. O arquivo é editável: você ajusta texto, integra com os demais instrumentos da bateria e assina como responsável técnico. Cada avaliação fica arquivada na ficha do paciente, datada e atribuída ao profissional que aplicou — útil para reavaliações longitudinais (importante para acompanhar evolução em casos de TEA, DI e demência) e para defesa em conselho profissional. Vale o que vale: o ClinMetrics automatiza a aritmética da Vineland-3 e organiza os resultados em formato pronto para o laudo. A entrevista clínica, a observação, a integração com outros instrumentos, a hipótese diagnóstica e a redação interpretativa do laudo continuam sendo trabalho do psicólogo. A plataforma não substitui aplicação clínica e não é homologada pelo SATEPSI — quem é cadastrado no SATEPSI é o instrumento Vineland-3 da Hogrefe. A infraestrutura é brasileira, com dados criptografados em trânsito e em repouso, em conformidade com a LGPD; e o uso da Vineland-3 dentro da plataforma é restrito a psicólogos com CRP ativo.
Construtos avaliados
Indicações clínicas
Faixa etária
0 a 90+ anosO que sustenta o cálculo por trás da tela
CFP 06/2019
Aderente à resolução do Conselho Federal de Psicologia sobre testagem.
LGPD-ready
Hospedagem em território nacional, controle de acesso e logs.
Normas oficiais
Tabelas normativas por instrumento, com fontes nos manuais.
593 testes
Suite automatizada que audita cada cálculo do motor de correção.
Infra brasileira
Banco de dados em sa-east-1, sem trânsito internacional padrão.
Perguntas frequentes
Qual plano destrava o Vineland-3?
O Vineland-3 faz parte do plano Essencial e superiores. Você pode testar gratuitamente os instrumentos de uso livre antes de assinar.
A plataforma suporta os dois formulários (Extensivo e Nível de Domínio)?
Sim. Você escolhe entre o Formulário Extensivo (escores brutos por subdomínio, convertidos para v-scale e depois somados por domínio) ou o Formulário Nível de Domínio (escores brutos diretamente por domínio). O cálculo do ABC (Composto Adaptativo) é feito automaticamente em ambos os caminhos, com tabelas oficiais conforme a adaptação brasileira atual da Hogrefe.
O ClinMetrics resolve a regra de base e teto automaticamente?
Sim. Quando você lança os escores brutos item a item na versão extensiva, a plataforma identifica a base (4 ou 5 itens consecutivos com pontuação 2, conforme o formulário) e o teto (4 ou 5 itens consecutivos com pontuação 0) e calcula o subdomínio corretamente. Quando base ou teto não são atingidos, somam-se apenas os itens efetivamente respondidos da seção, sem extrapolação — exatamente como o manual orienta.
A Vineland-3 substitui o teste de QI no diagnóstico de Deficiência Intelectual?
Não. O DSM-5 exige avaliação tanto do funcionamento intelectual (com instrumentos como WISC-V ou WAIS-IV) quanto do comportamento adaptativo. A Vineland-3 cobre o segundo critério com Composto Adaptativo (ABC) ≤70 sugerindo prejuízo significativo, mas o diagnóstico só se fecha integrando os dois eixos com história clínica de início no período do desenvolvimento.
Posso aplicar a Vineland-3 em idosos com demência ou Alzheimer?
Sim. A Vineland-3 cobre de 0 a 90 anos e é amplamente usada para documentar regressão funcional em quadros de demência, doença de Alzheimer e sequela de AVC. A escala de crescimento e a comparação longitudinal entre aplicações ajudam a monitorar a evolução do comportamento adaptativo no tempo.
É preciso ser psicólogo(a) inscrito(a) no CFP para usar?
Sim. A Vineland-3 é instrumento de uso restrito ao(à) psicólogo(a) inscrito(a) em Conselho Regional de Psicologia, cadastrado no SATEPSI. O ClinMetrics não é homologado pelo SATEPSI — quem é cadastrado é o instrumento da Hogrefe; o ClinMetrics automatiza a correção, mas a responsabilidade técnica do laudo (Resolução CFP 06/2019) permanece do profissional.
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*Instrumentos de uso livre disponíveis no Trial; demais conforme plano.