TEA · Escala

Corrija o AQ Adultos (16+) em segundos.

AQ Adultos com correção automática e perfil por subescala

Aplique o Autism Spectrum Quotient de Baron-Cohen (16+ anos) e receba escore total, perfil nas cinco subescalas e indicação do ponto de corte para triagem de traços do espectro autista. Disponível no plano gratuito do ClinMetrics.

Early access — junte-se aos primeiros psicólogos a corrigir o AQ Adultos (16+) em segundos.

Demo interativa

Tente agora — 5 itens-amostra do AQ-50

Cada item vale 1 ponto quando a resposta vai na direção autística esperada (concorda ou discorda).

  1. 1

    Prefiro ir a uma biblioteca do que a uma festa.

  2. 2

    Prefiro fazer as coisas sempre da mesma maneira.

  3. 3

    Frequentemente noto pequenos ruídos que outras pessoas não ouvem.

  4. 4

    As outras pessoas com frequência me dizem que falei algo indelicado, apesar de eu achar que fui delicado(a).

  5. 5

    Quando tento imaginar uma coisa, tenho muita facilidade em criar uma imagem na minha mente.

Pontuação parcial0 / 5

0/5 itens respondidos

Demonstração reduzida. O AQ-50 (Baron-Cohen et al.) tem 50 itens com ponto de corte clínico ≥26 e referencial brasileiro por subescala.

6instrumentos cobertos

WISC-IV, Vineland-3, RAVLT, ETDAH-AD, ASRS-18, AQ Adultos

593testes automatizados

auditando cada cálculo do motor de correção

BRhospedagem brasileira

sa-east-1, LGPD-ready, dados em território nacional

CFPResolução 06/2019

aderente à regulação de testagem psicológica

Como funciona

Três passos do questionário ao laudo

O fluxo é desenhado para encaixar entre dois atendimentos — não para virar uma tarefa de fim de semana.

Aplica

Aplique em papel e digite as respostas, ou envie um link único para o paciente preencher por conta própria. Sem instalação, sem planilha.

Item 7 de 18
Com que frequência você comete erros bobos por falta de atenção…
NuncaÀs vezesSempre

Calcula

Os escores brutos, inversões de itens, conversões normativas por idade e classificações saem no mesmo instante — auditados por 593 testes automatizados.

Resultado
Desatenção: 6 · Hiperatividade: 4 · Perfil combinado: Prejuízo
Parte A: positivoOMSTriagem

Exporta

PDF formatado pronto para anexar ao prontuário ou ao laudo. Estrutura limpa, identificação do(a) profissional, escores e classificação.

laudo-asrs18.pdf
Pronto para impressão e arquivamento clínico.
PDFA4Anexável
Comparativo honesto

Planilha de Excel vs. ClinMetrics

Planilha funciona — até o dia em que uma soma errada vira retrabalho.

TarefaPlanilha ExcelClinMetrics
Cálculo dos escoresFórmulas manuais por instrumentoAutomático, validado por testes
Inversão de itensRisco de esquecer um itemAplicada pelo motor de correção
Normas por idadeConsulta em tabelas impressasTabelas oficiais integradas
Risco de erro humanoAlto — somas, transcriçõesMínimo — entrada direta validada
Histórico longitudinalArquivos soltos por pacienteLinha do tempo por paciente
Exportação de laudoCopia-e-cola em editor de textoPDF formatado pronto
Suporte técnicoVocê descobre o erro e conserta sozinho(a)Equipe ClinMetrics corrige para você

← deslize a tabela para ver mais →

O instrumento

Sobre o AQ Adultos (16+)

O AQ (Autism Spectrum Quotient) é uma escala de autoavaliação desenvolvida por Simon Baron-Cohen e colaboradores no Autism Research Centre da Universidade de Cambridge, composta por 50 itens e indicada para adultos a partir de 16 anos. Avalia traços do espectro autista em cinco subescalas — habilidades sociais, atenção a detalhes, mudança de atenção, comunicação e imaginação — e fornece um escore total comparado a um ponto de corte de triagem. É amplamente utilizado como instrumento inicial de triagem de TEA em adultos com inteligência preservada, sempre integrado a uma avaliação clínica mais ampla.

O que é o AQ Adultos e por que virou referência mundial em triagem de TEA

O Autism Spectrum Quotient (AQ) foi publicado em 2001 por Simon Baron-Cohen, Sally Wheelwright e colaboradores no Autism Research Centre da Universidade de Cambridge (J. Autism Dev. Disord., v. 31, 2001) como instrumento breve de autorrelato para mensurar o grau em que um adulto com inteligência preservada apresenta traços associados ao Transtorno do Espectro Autista (TEA). Em pouco mais de duas décadas tornou-se o questionário de triagem de TEA mais citado da literatura internacional, com mais de quatro mil estudos derivados e traduções para dezenas de idiomas — incluindo a versão em português brasileiro disponibilizada pelo próprio Cambridge Autism Research Centre. A versão completa do instrumento (AQ-50) contém cinquenta itens distribuídos em cinco subescalas de dez itens cada — habilidades sociais, atenção a detalhes, mudança de atenção, comunicação e imaginação — respondidos em escala Likert de quatro pontos (concordo plenamente, concordo, discordo, discordo plenamente). Existe ainda a versão abreviada AQ-10, indicada como triagem ultrarrápida em atenção primária, e versões para adolescentes (12 a 15 anos) e crianças (4 a 11 anos), aplicadas a cuidadores. A versão adulta é destinada a respondentes a partir de 16 anos, com cognição preservada, sem diagnóstico prévio de deficiência intelectual. No cenário brasileiro, a validação do AQ-10 foi conduzida por Paula, Ribeiro, Fombonne e Mercadante (2018) e estudos descritivos com a versão de 50 itens em amostra adulta brasileira foram publicados em repositório aberto (medRxiv, 2020). O instrumento integra a lista de testes não privativos do SATEPSI, o que significa que pode ser aplicado, corrigido e interpretado por profissionais qualificados sem reserva exclusiva à categoria psicológica — embora a interpretação clínica e a comunicação do resultado permaneçam atos típicos do(a) psicólogo(a) habilitado(a). Duas observações importam ao(à) profissional. Primeiro: o AQ é um instrumento de triagem, não de diagnóstico. Pontuações elevadas indicam a necessidade de avaliação clínica multidimensional, jamais substituem o processo diagnóstico baseado no DSM-5-TR. Segundo: o instrumento foi originalmente desenhado quando a categoria Síndrome de Asperger ainda vigorava no DSM-IV. Com a publicação do DSM-5 (2013), essa categoria foi descontinuada e incorporada ao continuum do TEA, particularmente ao TEA Nível 1 — antes referido como "autismo de alto funcionamento", expressão hoje desencorajada pela comunidade autista. O AQ permanece plenamente compatível com o critério atual e segue sendo o instrumento de escolha para rastreio inicial em adultos sem comprometimento cognitivo evidente.

As cinco subescalas do AQ-50 e o que cada uma revela clinicamente

A divisão do AQ-50 em cinco subescalas de dez itens é o que confere ao instrumento sua principal utilidade clínica: ao invés de devolver apenas um escore agregado, ele permite ao(à) avaliador(a) traçar um perfil heterogêneo de traços — característica esperada do espectro, já que pessoas autistas raramente apresentam comprometimentos uniformes nos cinco domínios. **Habilidades sociais (Social Skills).** Avalia o grau de conforto, espontaneidade e prazer em situações sociais — festas, conversas informais, encontros novos, leitura de pistas grupais. Itens típicos investigam preferência por ambientes solitários, dificuldade em "ler" intenções alheias e desconforto em contextos com regras sociais implícitas. Pontuações altas nesta subescala costumam ser as mais informativas para a hipótese de TEA Nível 1 em adultos. **Mudança de atenção (Attention Switching).** Mede flexibilidade cognitiva — capacidade de alternar entre tarefas, tolerar mudanças de rotina, abandonar um interesse focado para atender a uma demanda nova. Pontuação elevada conversa diretamente com o critério B do DSM-5-TR (padrões restritos e repetitivos) e ajuda a diferenciar TEA de quadros puramente atencionais. **Atenção aos detalhes (Attention to Detail).** Captura o estilo perceptual orientado a padrões finos, números, datas, sistematização. É a subescala com maior sobreposição entre população autista e neurotípica — controles obsessivo-compulsivos e perfis profissionais analíticos podem pontuar alto sem qualquer indício de TEA. Interpretar isoladamente é desaconselhado; o valor clínico está na composição com as outras quatro. **Comunicação (Communication).** Investiga a leitura de pistas conversacionais, manutenção de tópico, uso e compreensão de ironia, leitura de subtexto. Pontuações altas conversam com queixas históricas de "ser direto demais", "não entender entrelinhas" ou "monopolizar o assunto" frequentemente relatadas em diagnósticos tardios. **Imaginação (Imagination).** Avalia flexibilidade simbólica, mentalização (Teoria da Mente), capacidade de construir cenários hipotéticos e interesse por ficção. É a subescala mais controversa — críticas da literatura recente apontam viés cultural e fraca confiabilidade fatorial em algumas amostras (ver Russell-Smith et al., 2011), portanto convém interpretar com parcimônia. O perfil de subescalas é o que o ClinMetrics entrega graficamente após a correção automática: o(a) profissional visualiza imediatamente quais domínios sustentam (ou enfraquecem) a hipótese de triagem, antes mesmo de partir para a avaliação multidimensional com entrevista clínica e instrumentos confirmatórios.

Como aplicar, corrigir e interpretar o AQ-50 na prática clínica brasileira

A aplicação do AQ-50 leva entre oito e doze minutos. O respondente recebe a folha (papel, formulário digital ou link de protocolo) e responde aos cinquenta itens em escala Likert de quatro pontos. A correção tradicional, manual, exige a inversão de itens reversos antes da soma — fonte conhecida de erro humano, especialmente quando o(a) profissional aplica vários protocolos no mesmo dia. Cada item vale 1 ponto se a resposta indicar traço autista (concordo/concordo plenamente em itens diretos, discordo/discordo plenamente em itens reversos) e 0 ponto caso contrário, totalizando um escore entre 0 e 50. **Pontos de corte e interpretação.** O estudo original de Baron-Cohen et al. (2001) propôs o corte de 32: 80% dos participantes com diagnóstico de Síndrome de Asperger/autismo de alto funcionamento pontuaram igual ou acima desse limiar, contra apenas 2% dos controles neurotípicos. A literatura subsequente refinou a leitura em três faixas: (1) ≥32 — indicação forte de encaminhamento para avaliação clínica multidimensional; (2) 26-31 — zona cinzenta com traços relevantes que exigem contextualização (queixa do paciente, prejuízo funcional, história desenvolvimental, comorbidades); (3) <26 — baixa probabilidade de TEA no rastreio, ainda que não descarte o quadro em casos de camuflagem extrema. **Quando indicar.** O AQ-50 é especialmente útil em três contextos: suspeita de diagnóstico tardio em adultos com queixas inespecíficas de adaptação social, ocupacional ou afetiva; triagem em pacientes com comorbidades psiquiátricas (ansiedade, depressão, TDAH) cuja resposta ao tratamento padrão é atípica; e avaliação de jovens adultos universitários ou em transição para o mercado de trabalho com história de dificuldade social desde a infância. **Limitações conhecidas.** Duas merecem destaque. Primeira: o AQ tende a subestimar traços autistas em mulheres que recorrem a estratégias de camuflagem (masking) — fenômeno hoje amplamente documentado na literatura sobre autismo feminino e diagnóstico tardio. Quando a hipótese clínica envolve camuflagem, considere complementar com o CAT-Q (Camouflaging Autistic Traits Questionnaire), ainda sem validação formal no Brasil mas largamente utilizado em consultórios especializados. Segunda: viés de autorrelato — pacientes com baixa metacognição ou em sofrimento intenso podem responder de modo distorcido; nesses casos, a heteroaplicação a um informante próximo pode enriquecer a triagem. **Triagem nunca é diagnóstico.** O diagnóstico de TEA em adultos é clínico, baseado nos critérios do DSM-5-TR ou CID-11, exige entrevista desenvolvimental, observação direta e — quando disponível e indicado — instrumentos confirmatórios como ADOS-2 e ADI-R. O AQ-50 é a porta de entrada técnica; a porta de saída é a avaliação multidimensional conduzida pelo(a) profissional habilitado(a).

Por que aplicar o AQ-50 dentro do ClinMetrics em vez de planilha ou PDF

A maior parte dos(as) psicólogos(as) que aplica o AQ-50 hoje no Brasil trabalha com o PDF oficial em português baixado do site do Cambridge Autism Research Centre, somando os pontos manualmente ou com auxílio de planilhas Google Sheets compartilhadas em grupos profissionais. Esse fluxo tem custos reais: a inversão dos itens reversos é fonte recorrente de erro aritmético; o cálculo das cinco subescalas exige separar os itens por domínio antes de somar; o resultado não fica arquivado de forma estruturada na ficha do paciente; e a planilha não acompanha versionamento nem auditoria. No ClinMetrics, o AQ-50 é aplicado em dois caminhos. (1) **Aplicação online**: o sistema gera um link único de protocolo enviado ao paciente, que responde do próprio celular, tablet ou computador; as respostas chegam direto na avaliação. (2) **Digitação manual**: para quem prefere aplicar com papel e caneta em consultório e depois lançar as respostas — útil em contextos sem internet, com pacientes pouco familiarizados com tecnologia ou em sessões guiadas. Em ambos os casos, o sistema calcula imediatamente o escore total (0 a 50), o escore das cinco subescalas (0 a 10 cada) e classifica o resultado em relação ao ponto de corte clínico (≥32, faixa 26-31, <26). A inversão dos itens reversos é automática, a separação por subescala é automática, e o gráfico de perfil já fica disponível para anexar ao prontuário ou para compor o laudo psicológico. A lógica de correção é versionada, testada com baterias de regressão a cada release e revisada por psicólogos da equipe técnica — garantia que nenhuma planilha de terceiros pode oferecer. **Diagnóstico diferencial e bateria integrada.** Cerca de 40% dos adultos autistas apresentam TDAH comórbido, e proporções relevantes têm transtornos de ansiedade ou depressivos associados. O ClinMetrics permite compor o AQ-50 com outros instrumentos da plataforma para sustentar o raciocínio diferencial — ASRS-18 para rastreio de TDAH adulto, ETDAH-AD para mapeamento dimensional de sintomas atencionais, e outros instrumentos da bateria conforme novas liberações. **Plano gratuito como porta de entrada.** O AQ-50 está incluído no plano gratuito do ClinMetrics — sem limite de aplicações, sem cartão de crédito, sem janela de avaliação. A intenção é que profissionais conheçam o motor de correção em um instrumento de uso livre antes de avançar para instrumentos privativos da bateria paga. Para pacientes adultos que chegaram a esta página em autobusca, a recomendação técnica é uma só: leve o resultado a um(a) psicólogo(a) com experiência em TEA adulto. Triagem responsável é a primeira etapa de um processo que só se completa em mediação profissional qualificada.

Construtos avaliados

Condutas sociais/desviantesProcessos perceptivos/cognitivos

Indicações clínicas

TEA

Faixa etária

16+ anos
Confiança

O que sustenta o cálculo por trás da tela

CFP 06/2019

Aderente à resolução do Conselho Federal de Psicologia sobre testagem.

LGPD-ready

Hospedagem em território nacional, controle de acesso e logs.

Normas oficiais

Tabelas normativas por instrumento, com fontes nos manuais.

593 testes

Suite automatizada que audita cada cálculo do motor de correção.

Infra brasileira

Banco de dados em sa-east-1, sem trânsito internacional padrão.

Dúvidas comuns

Perguntas frequentes

Qual plano destrava o AQ Adultos?

O AQ Adultos (16+) faz parte do plano Teste Grátis e superiores. Você pode testar gratuitamente os instrumentos de uso livre antes de assinar.

O AQ Adultos diagnostica autismo?

Não. O AQ-50 é um instrumento de triagem, não de diagnóstico. Pontuação igual ou acima do ponto de corte (≥32) indica forte recomendação de avaliação clínica multidimensional; a faixa 26-31 sugere traços relevantes que precisam de contextualização. O diagnóstico de TEA é clínico, baseado nos critérios do DSM-5-TR ou CID-11, e exige entrevista desenvolvimental, observação direta e, quando indicado, instrumentos confirmatórios como ADOS-2 e ADI-R.

O AQ tem validação para o Brasil e o instrumento ainda é válido após a saída de "Asperger" do DSM-5?

Sim em ambos os casos. A validação brasileira do AQ-10 foi conduzida por Paula, Ribeiro, Fombonne e Mercadante (2018), e estudos descritivos com o AQ-50 em amostra adulta brasileira foram publicados em 2020 (medRxiv). O AQ foi desenhado quando "Síndrome de Asperger" era categoria do DSM-IV; com o DSM-5 (2013) a categoria foi descontinuada e incorporada ao continuum do TEA, particularmente ao Nível 1. O instrumento permanece plenamente compatível com o critério atual.

O AQ funciona bem para mulheres autistas?

Limitação conhecida: o AQ tende a subestimar traços em mulheres que recorrem a estratégias de camuflagem (masking), fenômeno amplamente documentado na literatura de diagnóstico tardio feminino. Em hipóteses clínicas envolvendo camuflagem, recomenda-se complementar a triagem com o CAT-Q (Camouflaging Autistic Traits Questionnaire) e privilegiar entrevista desenvolvimental detalhada com histórico de adaptação social desde a infância.

É preciso ter CRP ativo para aplicar e corrigir o AQ-50 no ClinMetrics?

O AQ-50 figura na lista de testes não privativos do SATEPSI — pode ser aplicado, corrigido e interpretado por profissionais qualificados sem reserva exclusiva à categoria psicológica. No entanto, a interpretação clínica, a redação do laudo e a comunicação de resultado ao paciente são atos típicos do(a) psicólogo(a) habilitado(a), conforme Resolução CFP 06/2019. A ferramenta é apoio técnico; a responsabilidade clínica é do(a) profissional.

A partir de que idade posso aplicar o AQ Adultos e o paciente pode preencher remotamente?

A versão adulta do AQ é indicada para respondentes a partir de 16 anos com cognição preservada (existem versões separadas para crianças de 4 a 11 anos e adolescentes de 12 a 15, aplicadas a cuidadores). No ClinMetrics, o protocolo pode ser respondido remotamente: o sistema gera um link único que o paciente abre no celular, tablet ou computador, e as respostas vão direto para a ficha da avaliação, com correção disponível na sua área no mesmo instante.

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*Instrumentos de uso livre disponíveis no Trial; demais conforme plano.