Corrija o ASRS-18 em segundos.
ASRS-18 com correção automática e triagem da Parte A pronta
Lance as respostas da escala de autoavaliação de TDAH adulto da OMS e a plataforma calcula a triagem da Parte A, o escore por subescala (Desatenção e Hiperatividade/Impulsividade) e sinaliza o perfil combinado. Você conduz a entrevista clínica e a hipótese diagnóstica.
Early access — junte-se aos primeiros psicólogos a corrigir o ASRS-18 em segundos.
Tente agora — 5 itens da Parte A do ASRS-18
Responda como se você fosse o paciente. A pontuação é calculada em tempo real, igualzinho à plataforma.
- 1
Com que frequência você deixa um projeto pela metade depois de já ter feito as partes mais difíceis?
- 2
Com que frequência você tem dificuldade para fazer um trabalho que exige organização?
- 3
Com que frequência você tem dificuldade para lembrar de compromissos ou obrigações?
- 4
Quando você precisa fazer algo que exige muita concentração, com que frequência você evita ou adia o início?
- 5
Com que frequência você fica se mexendo na cadeira ou balançando as mãos ou os pés quando precisa ficar sentado(a) por muito tempo?
0/5 itens respondidos
Demonstração reduzida. A aplicação completa do ASRS-18 tem 18 itens, escore por subescala (Desatenção e Hiperatividade/Impulsividade) e classificação OMS.
WISC-IV, Vineland-3, RAVLT, ETDAH-AD, ASRS-18, AQ Adultos
auditando cada cálculo do motor de correção
sa-east-1, LGPD-ready, dados em território nacional
aderente à regulação de testagem psicológica
Três passos do questionário ao laudo
O fluxo é desenhado para encaixar entre dois atendimentos — não para virar uma tarefa de fim de semana.
Aplica
Aplique em papel e digite as respostas, ou envie um link único para o paciente preencher por conta própria. Sem instalação, sem planilha.
Calcula
Os escores brutos, inversões de itens, conversões normativas por idade e classificações saem no mesmo instante — auditados por 593 testes automatizados.
Exporta
PDF formatado pronto para anexar ao prontuário ou ao laudo. Estrutura limpa, identificação do(a) profissional, escores e classificação.
Planilha de Excel vs. ClinMetrics
Planilha funciona — até o dia em que uma soma errada vira retrabalho.
| Tarefa | Planilha Excel | ClinMetrics |
|---|---|---|
| Cálculo dos escores | Fórmulas manuais por instrumento | Automático, validado por testes |
| Inversão de itens | Risco de esquecer um item | Aplicada pelo motor de correção |
| Normas por idade | Consulta em tabelas impressas | Tabelas oficiais integradas |
| Risco de erro humano | Alto — somas, transcrições | Mínimo — entrada direta validada |
| Histórico longitudinal | Arquivos soltos por paciente | Linha do tempo por paciente |
| Exportação de laudo | Copia-e-cola em editor de texto | PDF formatado pronto |
| Suporte técnico | Você descobre o erro e conserta sozinho(a) | Equipe ClinMetrics corrige para você |
← deslize a tabela para ver mais →
Sobre o ASRS-18
O ASRS-18 (Adult ADHD Self-Report Scale) é a escala de autoavaliação do TDAH em adultos desenvolvida pela Organização Mundial da Saúde em parceria com pesquisadores do National Comorbidity Survey-Replication, conduzido por Ronald Kessler em Harvard. São 18 itens distribuídos em duas dimensões — Desatenção e Hiperatividade/Impulsividade — alinhadas aos critérios do DSM. A Parte A (6 primeiros itens) é amplamente utilizada como instrumento de triagem rápida em adultos a partir de 18 anos, indicando quando uma investigação clínica aprofundada de TDAH é recomendada. No Brasil, a adaptação transcultural foi conduzida por Mattos e colaboradores (2006), publicada na Revista de Psiquiatria Clínica.
O que é o ASRS-18 e por que ele é a referência da OMS para TDAH adulto
O ASRS-18 (Adult ADHD Self-Report Scale, versão 1.1) é a escala oficial da Organização Mundial da Saúde para triagem de Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade em adultos. Foi desenvolvida em 2005 por Ronald Kessler e colaboradores no contexto do National Comorbidity Survey-Replication, projeto da OMS para mapear a prevalência de transtornos mentais em populações adultas. O artigo seminal — Kessler et al., 2005, publicado em Psychological Medicine — segue sendo a principal referência internacional. A escala tem 18 itens, organizados em duas partes que conversam diretamente com os critérios A do DSM-5 para TDAH. A Parte A reúne os 6 itens com maior valor preditivo identificados no estudo original e funciona como triagem ultrarrápida. A Parte B reúne os 12 itens restantes e detalha o perfil sintomático. Cada item é respondido em escala Likert de 5 pontos (0 = Nunca; 4 = Muito Frequentemente), referente aos últimos 6 meses, gerando escore total de 0 a 72. No Brasil, a adaptação transcultural foi conduzida por Mattos, Segenreich, Saboya, Louzã, Dias e Romano (2006) e publicada na Revista de Psiquiatria Clínica. Posteriormente, Wellington Leite (UFMG) conduziu estudo psicométrico que estabeleceu o ponto de corte 21 para o escore total no contexto brasileiro, com sensibilidade de 92,2%, especificidade de 98,9% e AUC de 0,944 — métricas que colocam o ASRS-18 entre os instrumentos de triagem mais robustos disponíveis em português. Duas observações importantes para o profissional: (1) existe uma versão reduzida de 6 itens, o ASRS-V1.1 6QS, frequentemente usada em atenção primária; o ClinMetrics utiliza os 18 itens completos e calcula ambos os escores em paralelo. (2) A faixa etária validada original cobre 18-44 anos; o uso clínico se estende a outros grupos com cautela, atentando para a possibilidade de queda na sensibilidade em adultos com mais de 44 anos.
Como interpretar o resultado: três sistemas de pontuação coexistentes
Um dos motivos pelos quais a correção do ASRS-18 confunde tanto profissionais quanto pacientes é que existem três sistemas legítimos de pontuação na literatura — e a maioria dos sites brasileiros explica apenas um, deixando o leitor com a impressão de que os critérios se contradizem. O ClinMetrics calcula os três simultaneamente. Sistema 1 — Triagem OMS (Parte A, 6 itens críticos). É o método mais difundido internacionalmente. Cada um dos 6 itens da Parte A tem um ponto de corte específico (alguns pontuam a partir de "De Vez em Quando", outros apenas a partir de "Frequentemente" ou "Muito Frequentemente"). Quando 4 ou mais dos 6 itens atingem o ponto de corte, a triagem é considerada positiva e investigação clínica aprofundada é recomendada. É a versão usada por Kessler (2005) e replicada pela maioria dos quizzes online. Sistema 2 — Contagem de sintomas DSM-5. Aqui o ASRS-18 funciona como checklist dos 18 sintomas do critério A do DSM-5 para TDAH (9 de desatenção, 9 de hiperatividade/impulsividade). Pelo DSM-5, ≥6 sintomas marcados como Frequentemente ou Muito Frequentemente em uma das subescalas indicam apresentação significativa; o consenso europeu de Kooij et al. (2019) admite ≥5 sintomas para adultos. Esse sistema permite classificar a apresentação predominante (desatenta, hiperativa/impulsiva ou combinada). Sistema 3 — Escore total contínuo (0-72) com ponto de corte 21. É o sistema da validação brasileira de Wellington Leite (UFMG). O escore total é a soma dos 18 itens em escala 0-4. Pontos de corte 21 maximizam a curva ROC (sensibilidade 92,2%, especificidade 98,9%, AUC 0,944). É o sistema mais robusto para uso em pesquisa e em populações brasileiras. Independentemente do sistema, o ponto crítico é o mesmo: triagem positiva não equivale a diagnóstico. Vários quadros inflam escores no ASRS-18 — ansiedade generalizada, episódio depressivo maior, hipotireoidismo, privação crônica de sono, transtorno bipolar em fase mista — e exigem diagnóstico diferencial conduzido por profissional habilitado, com anamnese, observação clínica e, quando indicado, instrumentos complementares como DIVA-5, BDI-II, BAI ou avaliação neuropsicológica.
ASRS-18 no consultório: aplicação, correção automática e laudo
O ASRS-18 é, na prática brasileira, o instrumento de triagem de TDAH adulto mais aplicado em consultório — tanto por psicólogos quanto por médicos psiquiatras, neurologistas e clínicos gerais que recebem queixas de atenção. Diferentemente de testes psicológicos restritos pelo SATEPSI (Conselho Federal de Psicologia), o ASRS-18 é instrumento de uso livre da OMS: pode ser aplicado por qualquer profissional de saúde habilitado, incluindo médicos, enfermeiros, terapeutas ocupacionais e fonoaudiólogos. A interpretação clínica formal e a redação do laudo, naturalmente, permanecem como atos privativos do profissional habilitado para cada finalidade. Fluxo recomendado em 5 minutos. O paciente recebe a instrução padrão: responder cada item considerando como se sentiu nos últimos 6 meses, em ambiente calmo, sem interferência do profissional durante o preenchimento. Tempo médio de aplicação: 5 a 10 minutos. No ClinMetrics, você tem dois caminhos: (1) aplicação online com link único de protocolo, que o paciente abre no próprio celular, tablet ou computador, com respostas chegando direto na ficha da avaliação; (2) digitação manual para protocolos preenchidos em papel. Correção automática por subescala. Em ambos os caminhos, o sistema entrega imediatamente: triagem OMS da Parte A (positiva/negativa), escore Parte A bruto, escore Parte B bruto, escore total (0-72) com leitura segundo cut-off 21 da UFMG, contagem de sintomas DSM-5 por subescala (desatenção; hiperatividade/impulsividade) e indicação de apresentação predominante. Tudo isso exportável em PDF com cabeçalho da sua clínica, pronto para anexar ao prontuário. Integração com bateria complementar. Para hipótese clínica robusta, o ASRS-18 raramente caminha sozinho. Em adultos, é comum compor com ETDAH-AD (escala brasileira de TDAH adolescente e adulto, validada Vetor), DIVA-5 (entrevista diagnóstica estruturada de TDAH), BDI-II e BAI (para diferencial com depressão e ansiedade), WAIS-IV e testes de atenção sustentada (CPT) para avaliação neuropsicológica completa. Todos disponíveis na plataforma ou planejados no roadmap. Para encaminhamento a psiquiatra, o resultado da ClinMetrics se anexa diretamente ao parecer.
TDAH na vida adulta: o que o ASRS-18 não cobre, mas você precisa conhecer
O ASRS-18 cobre exclusivamente o critério A do DSM-5 — a presença e a frequência dos sintomas. Para fechar hipótese diagnóstica de TDAH adulto, o profissional precisa contemplar os outros quatro critérios, frequentemente esquecidos em correções automatizadas: critério B (vários sintomas presentes antes dos 12 anos de idade, exigindo anamnese retrospectiva e, idealmente, heteroanamnese com pais ou cuidadores); critério C (prejuízo em dois ou mais contextos — trabalho, estudo, relações, finanças); critério D (evidência clara de prejuízo no funcionamento social, acadêmico ou profissional); critério E (sintomas não atribuíveis exclusivamente a outro transtorno mental). Sem essa moldura completa, o ASRS-18 é apenas triagem. Descoberta tardia, em particular em mulheres. Dados da Associação Brasileira do Déficit de Atenção (ABDA) indicam prevalência de 5,2% em adultos de 18 a 44 anos e cerca de 6% acima de 45. Boa parte desses adultos chega ao consultório sem diagnóstico prévio na infância. Em mulheres, o quadro predominantemente desatento é a regra, com sintomas confundidos por décadas com ansiedade, depressão ou "problema de organização" — o que rebaixa o escore na Parte B (hiperatividade/impulsividade) e exige atenção redobrada do clínico para não dispensar o quadro apenas pelo escore total. Evolução dos sintomas da infância para a vida adulta. A hiperatividade física típica da criança tende a migrar, na vida adulta, para inquietação interna, dificuldade de relaxar, sensação de "motor ligado". A impulsividade migra para decisões financeiras precipitadas, instabilidade em relacionamentos, mudanças bruscas de carreira. A desatenção persiste mas se manifesta mais como procrastinação crônica, perda de prazos e dificuldade com tarefas administrativas — sintomas que o ASRS-18 capta bem, mas que demandam leitura contextual. Comorbidades. Até 80% dos adultos com TDAH apresentam pelo menos uma comorbidade psiquiátrica. As mais frequentes: transtornos de ansiedade (30-50%), depressão maior, transtorno bipolar, uso de álcool e outras substâncias, transtornos de personalidade. Por isso o diagnóstico diferencial não é etapa opcional. Um escore elevado no ASRS-18 isolado, sem investigação dessas condições, leva a hipóteses errôneas frequentes. A avaliação neuropsicológica completa (WAIS-IV, testes atencionais, funções executivas) permanece padrão-ouro complementar quando há dúvida diagnóstica ou necessidade de laudo detalhado para fins escolares, ocupacionais ou periciais.
Construtos avaliados
Indicações clínicas
Faixa etária
18+ anosO que sustenta o cálculo por trás da tela
CFP 06/2019
Aderente à resolução do Conselho Federal de Psicologia sobre testagem.
LGPD-ready
Hospedagem em território nacional, controle de acesso e logs.
Normas oficiais
Tabelas normativas por instrumento, com fontes nos manuais.
593 testes
Suite automatizada que audita cada cálculo do motor de correção.
Infra brasileira
Banco de dados em sa-east-1, sem trânsito internacional padrão.
Perguntas frequentes
Qual plano destrava o ASRS-18?
O ASRS-18 faz parte do plano Teste Grátis e superiores. Você pode testar gratuitamente os instrumentos de uso livre antes de assinar.
É preciso ser psicólogo(a) inscrito(a) no CFP para usar?
Não. O ASRS-18 é instrumento de uso livre da Organização Mundial da Saúde e não consta na lista de testes restritos do SATEPSI. Pode ser aplicado por psicólogos, médicos psiquiatras, neurologistas, clínicos gerais, enfermeiros e demais profissionais de saúde. A interpretação clínica, a redação do laudo e a comunicação do resultado ao paciente seguem sendo atos do(a) profissional habilitado(a) para cada finalidade.
O ASRS-18 diagnostica TDAH?
Não. O ASRS-18 é instrumento de triagem por autorrelato e cobre apenas o critério A do DSM-5 (presença e frequência dos sintomas). A hipótese diagnóstica exige anamnese clínica completa, contemplando os 5 critérios (A-E): sintomas, início antes dos 12 anos, prejuízo em ≥2 contextos, evidência de prejuízo funcional e exclusão de outras causas. Vários quadros (ansiedade, depressão, hipotireoidismo, privação de sono) inflam o escore — diagnóstico diferencial é obrigatório.
Quantos pontos indicam TDAH no ASRS-18?
Existem três sistemas de pontuação coexistentes na literatura, e o ClinMetrics calcula todos: (1) Triagem OMS — ≥4 das 6 perguntas da Parte A marcadas como Frequentemente ou Muito Frequentemente; (2) DSM-5 — ≥5-6 sintomas Frequentes em uma subescala (desatenção ou hiperatividade/impulsividade); (3) Validação brasileira (UFMG, Wellington Leite) — escore total ≥21, com sensibilidade de 92,2% e especificidade de 98,9%. Triagem positiva em qualquer sistema indica necessidade de investigação clínica, nunca diagnóstico.
O ASRS-18 funciona para mulheres e diagnóstico tardio?
Sim, mas com atenção redobrada. Mulheres tendem a apresentar predominantemente desatenção (Parte A), com escores baixos na Parte B (hiperatividade/impulsividade), o que pode rebaixar o escore total. Diagnóstico tardio é frequente — sintomas costumam ser confundidos por décadas com ansiedade ou depressão. Escores moderados em mulheres com queixa funcional consistente merecem investigação clínica aprofundada antes de descarte.
Para qual faixa etária o ASRS-18 é indicado?
O estudo original da OMS validou a escala para adultos de 18 a 44 anos. O uso clínico se estende a adultos mais velhos com cautela, atentando para possível queda na sensibilidade após os 44 anos. Para crianças e adolescentes (6 a 17 anos), o ClinMetrics oferece o ETDAH-AD a partir de 12 anos; para faixa infantil, instrumentos como SNAP-IV ou Escala de Conners são indicados.
Comece a corrigir o ASRS-18 hoje
Crie sua conta grátis em menos de 1 minuto e teste a plataforma sem compromisso.
Sem cartão de crédito · cancele quando quiser · 6 instrumentos no plano grátis*
*Instrumentos de uso livre disponíveis no Trial; demais conforme plano.