Lista oficial do SATEPSI consultada em 01/10/2026.
Corrija o ASRS-18 em segundos.
ASRS-18 com correção automática e triagem da Parte A pronta
Lance as respostas da escala de autoavaliação de TDAH adulto da OMS e a plataforma calcula a triagem da Parte A, o escore por subescala (Desatenção e Hiperatividade/Impulsividade) e sinaliza o perfil combinado. Você conduz a entrevista clínica e a hipótese diagnóstica.
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Tente agora — 5 itens da Parte A do ASRS-18
Responda como se você fosse o paciente. A pontuação é calculada em tempo real, igualzinho à plataforma.
- 1
Com que frequência você deixa um projeto pela metade depois de já ter feito as partes mais difíceis?
- 2
Com que frequência você tem dificuldade para fazer um trabalho que exige organização?
- 3
Com que frequência você tem dificuldade para lembrar de compromissos ou obrigações?
- 4
Quando você precisa fazer algo que exige muita concentração, com que frequência você evita ou adia o início?
- 5
Com que frequência você fica se mexendo na cadeira ou balançando as mãos ou os pés quando precisa ficar sentado(a) por muito tempo?
0/5 itens respondidos
Demonstração reduzida. A aplicação completa do ASRS-18 tem 18 itens, escore por subescala (Desatenção e Hiperatividade/Impulsividade) e classificação OMS.
Três passos do questionário ao laudo
O fluxo é desenhado para encaixar entre dois atendimentos — não para virar uma tarefa de fim de semana.
Aplica
Aplique em papel e digite as respostas, ou envie um link único para o paciente preencher por conta própria. Sem instalação, sem planilha.
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Os escores brutos, inversões de itens, conversões normativas por idade e classificações saem no mesmo instante.
Exporta
PDF formatado pronto para anexar ao prontuário ou ao laudo. Estrutura limpa, identificação do(a) profissional, escores e classificação.
Planilha de Excel vs. ClinMetrics
Planilha funciona — até o dia em que uma soma errada vira retrabalho.
| Tarefa | Planilha Excel | ClinMetrics |
|---|---|---|
| Cálculo dos escores | Fórmulas manuais por instrumento | Automático, validado por testes |
| Inversão de itens | Risco de esquecer um item | Aplicada pelo motor de correção |
| Normas por idade | Consulta em tabelas impressas | Tabelas oficiais integradas |
| Risco de erro humano | Alto — somas, transcrições | Mínimo — entrada direta validada |
| Histórico longitudinal | Arquivos soltos por paciente | Linha do tempo por paciente |
| Exportação de laudo | Copia-e-cola em editor de texto | PDF e DOCX formatados na assinatura |
| Suporte técnico | Você descobre o erro e conserta sozinho(a) | Equipe ClinMetrics corrige para você |
| Forma de pagamento | Compra única do arquivo | Pagamento único com acesso vitalício, ou assinatura |
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Sobre o ASRS-18
O ASRS-18 (Adult ADHD Self-Report Scale) é a escala de autoavaliação do TDAH em adultos desenvolvida pela Organização Mundial da Saúde em parceria com pesquisadores do National Comorbidity Survey-Replication, conduzido por Ronald Kessler em Harvard. São 18 itens distribuídos em duas dimensões, Desatenção e Hiperatividade/Impulsividade, alinhadas aos critérios do DSM.
A Parte A (6 primeiros itens) é amplamente utilizada como instrumento de triagem rápida em adultos a partir de 18 anos, indicando quando uma investigação clínica aprofundada de TDAH é recomendada. No Brasil, a adaptação transcultural foi conduzida por Mattos e colaboradores (2006), publicada na Revista de Psiquiatria Clínica.
O que é o ASRS-18 e por que ele é a referência da OMS para TDAH adulto
O ASRS-18 (Adult ADHD Self-Report Scale, versão 1.1) é a escala oficial da Organização Mundial da Saúde para triagem de Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade em adultos. Foi desenvolvida em 2005 por Ronald Kessler e colaboradores, com a OMS, e avaliada em amostra do National Comorbidity Survey-Replication (NCS-R), inquérito americano de prevalência de transtornos mentais em adultos. O artigo seminal (Kessler et al., 2005, publicado em Psychological Medicine) segue sendo a principal referência internacional.
A escala tem 18 itens, organizados em duas partes que conversam diretamente com os critérios A do DSM-5 para TDAH. A Parte A reúne os 6 itens com maior valor preditivo identificados no estudo original e funciona como triagem ultrarrápida. A Parte B reúne os 12 itens restantes e detalha o perfil sintomático.
Cada item é respondido em escala Likert de 5 pontos (0 = Nunca; 4 = Muito Frequentemente), referente aos últimos 6 meses, gerando escore total de 0 a 72.
No Brasil, a adaptação transcultural foi conduzida por Mattos, Segenreich, Saboya, Louzã, Dias e Romano (2006) e publicada na Revista de Psiquiatria Clínica. Posteriormente, Wellington Leite (UFMG) conduziu estudo psicométrico que estabeleceu o ponto de corte 21 para o maior escore entre as subescalas, no contexto brasileiro, com sensibilidade de 92,2%, especificidade de 98,9% e AUC de 0,944. São métricas que colocam o ASRS-18 entre os instrumentos de triagem mais robustos disponíveis em português.
Duas observações importantes para o profissional:
- Versão reduzida. Existe uma versão reduzida de 6 itens, o ASRS-V1.1 6QS, frequentemente usada em atenção primária. O ClinMetrics utiliza os 18 itens completos e calcula ambos os escores em paralelo.
- Faixa etária. A faixa etária validada original cobre 18-44 anos. O uso clínico se estende a outros grupos com cautela, atentando para a possibilidade de queda na sensibilidade em adultos com mais de 44 anos.
Referências
Kessler, R. C.; Adler, L.; Ames, M.; Demler, O.; Faraone, S.; Hiripi, E.; Howes, M. J.; Jin, R.; Secnik, K.; Spencer, T.; Ustun, T. B.; Walters, E. E. (2005). The World Health Organization Adult ADHD Self-Report Scale (ASRS): a short screening scale for use in the general population. Psychological Medicine, v. 35, n. 2, p. 245-256. DOI 10.1017/S0033291704002892.
Mattos, P.; Segenreich, D.; Saboya, E.; Louzã, M.; Dias, G.; Romano, M. (2006). Adaptação transcultural para o português da escala Adult Self-Report Scale para avaliação do transtorno de déficit de atenção/hiperatividade (TDAH) em adultos. Revista de Psiquiatria Clínica, v. 33, n. 4, p. 188-194.
Leite, W. B. (2011). Avaliação das propriedades psicométricas da escala de autorrelato de sintomas do transtorno do déficit de atenção e hiperatividade ASRS-18. Dissertação (Mestrado em Neurociências), Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte.
Como interpretar o resultado: três sistemas de pontuação coexistentes
Um dos motivos pelos quais a correção do ASRS-18 confunde tanto profissionais quanto pacientes é que existem três sistemas legítimos de pontuação na literatura. A maioria dos sites brasileiros explica apenas um, deixando o leitor com a impressão de que os critérios se contradizem. O ClinMetrics calcula os três simultaneamente.
- Sistema 1: Triagem OMS (Parte A, 6 itens críticos). É o método mais difundido internacionalmente. Cada um dos 6 itens da Parte A tem um ponto de corte específico (alguns pontuam a partir de "De Vez em Quando", outros apenas a partir de "Frequentemente" ou "Muito Frequentemente"). Quando 4 ou mais dos 6 itens atingem o ponto de corte, a triagem é considerada positiva e investigação clínica aprofundada é recomendada. É a versão usada por Kessler (2005) e replicada pela maioria dos quizzes online.
- Sistema 2: Contagem de sintomas DSM-5. Aqui o ASRS-18 funciona como checklist dos 18 sintomas do critério A do DSM-5 para TDAH (9 de desatenção, 9 de hiperatividade/impulsividade). Pelo DSM-5, ≥5 sintomas marcados como Frequentemente ou Muito Frequentemente em uma das subescalas indicam apresentação significativa em adultos. O consenso europeu de Kooij et al. (2019) considera mais apropriado o corte de ≥4 sintomas atuais para o diagnóstico em adultos. Esse sistema permite classificar a apresentação predominante (desatenta, hiperativa/impulsiva ou combinada).
- Sistema 3: ponto de corte 21 da validação brasileira. É o sistema da validação brasileira de Wellington Leite (UFMG). O ponto de corte 21 vale para o maior escore entre as subescalas, e não para o escore total (0-72), que é a soma dos 18 itens em escala 0-4. Esse corte maximiza a curva ROC (sensibilidade 92,2%, especificidade 98,9%, AUC 0,944). É o sistema mais robusto para uso em pesquisa e em populações brasileiras.
Independentemente do sistema, o ponto crítico é o mesmo: triagem positiva não equivale a diagnóstico. Vários quadros inflam escores no ASRS-18: ansiedade generalizada, episódio depressivo maior, hipotireoidismo, privação crônica de sono e transtorno bipolar em fase mista.
Esses quadros exigem diagnóstico diferencial conduzido por profissional habilitado, com anamnese, observação clínica e, quando indicado, instrumentos complementares como DIVA-5, BDI-II, BAI ou avaliação neuropsicológica.
Referências
Kessler, R. C.; Adler, L.; Ames, M.; Demler, O.; Faraone, S.; Hiripi, E.; Howes, M. J.; Jin, R.; Secnik, K.; Spencer, T.; Ustun, T. B.; Walters, E. E. (2005). The World Health Organization Adult ADHD Self-Report Scale (ASRS): a short screening scale for use in the general population. Psychological Medicine, v. 35, n. 2, p. 245-256. DOI 10.1017/S0033291704002892.
Kooij, J. J. S.; Bijlenga, D.; Salerno, L.; Jaeschke, R.; Bitter, I.; Balázs, J. et al. (2019). Updated European Consensus Statement on diagnosis and treatment of adult ADHD. European Psychiatry, v. 56, p. 14-34. DOI 10.1016/j.eurpsy.2018.11.001.
American Psychiatric Association (2013). Diagnostic and statistical manual of mental disorders: DSM-5. American Psychiatric Association. DOI 10.1176/appi.books.9780890425596.
Leite, W. B. (2011). Avaliação das propriedades psicométricas da escala de autorrelato de sintomas do transtorno do déficit de atenção e hiperatividade ASRS-18. Dissertação (Mestrado em Neurociências), Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte.
ASRS-18 no consultório: aplicação, correção automática e laudo
O ASRS-18 é, na prática brasileira, o instrumento de triagem de TDAH adulto mais aplicado em consultório, tanto por psicólogos quanto por médicos psiquiatras, neurologistas e clínicos gerais que recebem queixas de atenção.
Diferentemente de testes psicológicos restritos pelo SATEPSI (Conselho Federal de Psicologia), o ASRS-18 é instrumento de uso livre da OMS: pode ser aplicado por qualquer profissional de saúde habilitado, incluindo médicos, enfermeiros, terapeutas ocupacionais e fonoaudiólogos. A interpretação clínica formal e a redação do laudo, naturalmente, permanecem como atos privativos do profissional habilitado para cada finalidade.
Fluxo recomendado em 5 minutos. O paciente recebe a instrução padrão: responder cada item considerando como se sentiu nos últimos 6 meses, em ambiente calmo, sem interferência do profissional durante o preenchimento. Tempo médio de aplicação: 5 a 10 minutos. No ClinMetrics, você tem dois caminhos:
- Aplicação online com link único de protocolo, que o paciente abre no próprio celular, tablet ou computador, com respostas chegando direto na ficha da avaliação.
- Digitação manual para protocolos preenchidos em papel.
O que a correção automática entrega
Em ambos os caminhos, o sistema entrega imediatamente:
- triagem OMS da Parte A (positiva/negativa);
- escore Parte A bruto;
- escore Parte B bruto;
- escore total (0-72) e leitura do maior escore entre as subescalas segundo o corte 21 da UFMG;
- contagem de sintomas DSM-5 por subescala (desatenção; hiperatividade/impulsividade);
- indicação de apresentação predominante.
Tudo isso exportável em PDF com cabeçalho da sua clínica, pronto para anexar ao prontuário.
Integração com bateria complementar
Para hipótese clínica robusta, o ASRS-18 raramente caminha sozinho. Em adultos, é comum compor com ETDAH-AD (escala brasileira de TDAH adolescente e adulto, validada Vetor), DIVA-5 (entrevista diagnóstica estruturada de TDAH), BDI-II e BAI (para diferencial com depressão e ansiedade), WAIS-IV e testes de atenção sustentada (CPT) para avaliação neuropsicológica completa.
Todos disponíveis na plataforma ou planejados no roadmap. Para encaminhamento a psiquiatra, o resultado da ClinMetrics se anexa diretamente ao parecer.
TDAH na vida adulta: o que o ASRS-18 não cobre, mas você precisa conhecer
O ASRS-18 cobre exclusivamente o critério A do DSM-5, a presença e a frequência dos sintomas. Para fechar hipótese diagnóstica de TDAH adulto, o profissional precisa contemplar os outros quatro critérios, frequentemente esquecidos em correções automatizadas:
- Critério B: vários sintomas presentes antes dos 12 anos de idade, exigindo anamnese retrospectiva e, idealmente, heteroanamnese com pais ou cuidadores.
- Critério C: prejuízo em dois ou mais contextos (trabalho, estudo, relações, finanças).
- Critério D: evidência clara de prejuízo no funcionamento social, acadêmico ou profissional.
- Critério E: sintomas não atribuíveis exclusivamente a outro transtorno mental.
Sem essa moldura completa, o ASRS-18 é apenas triagem.
Descoberta tardia e evolução dos sintomas
Descoberta tardia, em particular em mulheres. Dados da Associação Brasileira do Déficit de Atenção (ABDA) indicam prevalência de 5,2% em adultos de 18 a 44 anos e cerca de 6% acima de 45. Boa parte desses adultos chega ao consultório sem diagnóstico prévio na infância.
Em mulheres, o quadro predominantemente desatento é a regra, com sintomas confundidos por décadas com ansiedade, depressão ou "problema de organização". Isso rebaixa o escore na Parte B (hiperatividade/impulsividade) e exige atenção redobrada do clínico para não dispensar o quadro apenas pelo escore total.
Evolução dos sintomas da infância para a vida adulta:
- Hiperatividade: a hiperatividade física típica da criança tende a migrar, na vida adulta, para inquietação interna, dificuldade de relaxar, sensação de "motor ligado".
- Impulsividade: migra para decisões financeiras precipitadas, instabilidade em relacionamentos e mudanças bruscas de carreira.
- Desatenção: persiste, mas se manifesta mais como procrastinação crônica, perda de prazos e dificuldade com tarefas administrativas.
São sintomas que o ASRS-18 capta bem, mas que demandam leitura contextual.
Comorbidades no TDAH adulto
Até 80% dos adultos com TDAH apresentam pelo menos uma comorbidade psiquiátrica. As mais frequentes:
- transtornos de ansiedade (30-50%);
- depressão maior;
- transtorno bipolar;
- uso de álcool e outras substâncias;
- transtornos de personalidade.
Por isso o diagnóstico diferencial não é etapa opcional. Um escore elevado no ASRS-18 isolado, sem investigação dessas condições, leva a hipóteses errôneas frequentes.
A avaliação neuropsicológica completa (WAIS-IV, testes atencionais, funções executivas) permanece padrão-ouro complementar quando há dúvida diagnóstica ou necessidade de laudo detalhado para fins escolares, ocupacionais ou periciais.
Construtos avaliados
Indicações clínicas
Faixa etária
18+ anosO que sustenta o cálculo por trás da tela
CFP 06/2019
Aderente à resolução do Conselho Federal de Psicologia sobre testagem.
LGPD-ready
Hospedagem em território nacional, controle de acesso e logs.
Normas oficiais
Tabelas normativas por instrumento, com fontes nos manuais.
Escolha como usar o ASRS-18
Acesso vitalício
Pague uma vez e use o ASRS-18 para sempre.
Inclui:
- Correção ilimitada do ASRS-18
- Pacientes ilimitados
ClinMetrics
A plataforma completa, com todos os instrumentos.
Inclui:
- 40 instrumentos com correção automática
- Pacientes ilimitados, com prontuário: anamnese, evoluções, avaliações e documentos
- Exportação em PDF e DOCX
Perguntas frequentes
Qual plano destrava o ASRS-18?
O ASRS-18 está disponível em acesso vitalício, com pagamento único, ou na assinatura Especialista, que libera todos os instrumentos.
Posso pagar uma vez só pelo ASRS-18?
Sim. O acesso vitalício ao ASRS-18 custa R$ 29,90 em pagamento único e libera a correção ilimitada desse instrumento. A assinatura libera todos os instrumentos, a interpretação por IA e a exportação em DOCX.
É preciso ser psicólogo(a) inscrito(a) no CFP para usar?
Não. O ASRS-18 é instrumento de uso livre da Organização Mundial da Saúde e não consta na lista de testes restritos do SATEPSI. Pode ser aplicado por psicólogos, médicos psiquiatras, neurologistas, clínicos gerais, enfermeiros e demais profissionais de saúde. A interpretação clínica, a redação do laudo e a comunicação do resultado ao paciente seguem sendo atos do(a) profissional habilitado(a) para cada finalidade.
O ASRS-18 diagnostica TDAH?
Não. O ASRS-18 é instrumento de triagem por autorrelato e cobre apenas o critério A do DSM-5 (presença e frequência dos sintomas). A hipótese diagnóstica exige anamnese clínica completa, contemplando os 5 critérios (A-E): sintomas, início antes dos 12 anos, prejuízo em ≥2 contextos, evidência de prejuízo funcional e exclusão de outras causas. Vários quadros (ansiedade, depressão, hipotireoidismo, privação de sono) inflam o escore — diagnóstico diferencial é obrigatório.
Quantos pontos indicam TDAH no ASRS-18?
Existem três sistemas de pontuação coexistentes na literatura, e o ClinMetrics calcula todos: (1) Triagem OMS: 4 ou mais das 6 perguntas da Parte A marcadas como Frequentemente ou Muito Frequentemente; (2) DSM-5: 5 ou mais sintomas marcados como Frequentemente ou Muito Frequentemente em uma subescala (desatenção ou hiperatividade/impulsividade), e o consenso europeu de 2019 considera mais apropriado o corte de 4 sintomas atuais em adultos; (3) Validação brasileira (UFMG, Wellington Leite): ponto de corte 21 para o maior escore entre as subescalas, e não para o escore total (0-72). Triagem positiva em qualquer sistema indica necessidade de investigação clínica, nunca diagnóstico.
O ASRS-18 funciona para mulheres e diagnóstico tardio?
Sim, mas com atenção redobrada. Mulheres tendem a apresentar predominantemente desatenção (Parte A), com escores baixos na Parte B (hiperatividade/impulsividade), o que pode rebaixar o escore total. Diagnóstico tardio é frequente — sintomas costumam ser confundidos por décadas com ansiedade ou depressão. Escores moderados em mulheres com queixa funcional consistente merecem investigação clínica aprofundada antes de descarte.
Para qual faixa etária o ASRS-18 é indicado?
O estudo original da OMS validou a escala para adultos de 18 a 44 anos. O uso clínico se estende a adultos mais velhos com cautela, atentando para possível queda na sensibilidade após os 44 anos. Para crianças e adolescentes (6 a 17 anos), o ClinMetrics oferece o ETDAH-AD a partir de 12 anos; para faixa infantil, instrumentos como SNAP-IV ou Escala de Conners são indicados.
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