Corrija o RAVLT em segundos.
RAVLT com correção automática e curva de aprendizagem pronta
Registre as palavras evocadas em cada tentativa e a plataforma calcula escores brutos, percentis e classificações com as normas brasileiras de Paula & Malloy-Diniz. Você assina o laudo em DOCX.
Early access — junte-se aos primeiros psicólogos a corrigir o RAVLT em segundos.
Tente agora — mini-tarefa de memória inspirada no RAVLT
Leia a Lista A abaixo, espere alguns segundos, e marque as palavras que você lembra dela na lista mista. O RAVLT real tem 15 palavras e múltiplas tentativas.
Lista A — memorize:
BALÃO · FLOR · SALA · BOCA · CHUVA
Marque as palavras que estavam na Lista A:
Marque as palavras que você lembra ter visto na Lista A.
O RAVLT é um teste neuropsicológico de memória episódica verbal aplicado pelo psicólogo, com 15 palavras-alvo, 5 apresentações, lista distratora e evocação tardia (~20 min). Esta demo é apenas ilustrativa do conceito de evocação e reconhecimento.
WISC-IV, Vineland-3, RAVLT, ETDAH-AD, ASRS-18, AQ Adultos
auditando cada cálculo do motor de correção
sa-east-1, LGPD-ready, dados em território nacional
aderente à regulação de testagem psicológica
Três passos do questionário ao laudo
O fluxo é desenhado para encaixar entre dois atendimentos — não para virar uma tarefa de fim de semana.
Aplica
Aplique em papel e digite as respostas, ou envie um link único para o paciente preencher por conta própria. Sem instalação, sem planilha.
Calcula
Os escores brutos, inversões de itens, conversões normativas por idade e classificações saem no mesmo instante — auditados por 593 testes automatizados.
Exporta
PDF formatado pronto para anexar ao prontuário ou ao laudo. Estrutura limpa, identificação do(a) profissional, escores e classificação.
Planilha de Excel vs. ClinMetrics
Planilha funciona — até o dia em que uma soma errada vira retrabalho.
| Tarefa | Planilha Excel | ClinMetrics |
|---|---|---|
| Cálculo dos escores | Fórmulas manuais por instrumento | Automático, validado por testes |
| Inversão de itens | Risco de esquecer um item | Aplicada pelo motor de correção |
| Normas por idade | Consulta em tabelas impressas | Tabelas oficiais integradas |
| Risco de erro humano | Alto — somas, transcrições | Mínimo — entrada direta validada |
| Histórico longitudinal | Arquivos soltos por paciente | Linha do tempo por paciente |
| Exportação de laudo | Copia-e-cola em editor de texto | PDF formatado pronto |
| Suporte técnico | Você descobre o erro e conserta sozinho(a) | Equipe ClinMetrics corrige para você |
← deslize a tabela para ver mais →
Sobre o RAVLT
O Teste de Aprendizagem Auditivo-Verbal de Rey (RAVLT) é um instrumento clássico de avaliação da memória episódica auditivo-verbal, amplamente usado em neuropsicologia. Mede aprendizagem, retenção, evocação imediata e tardia, reconhecimento e suscetibilidade à interferência proativa e retroativa. Indicado para investigação de comprometimento mnêstico em quadros como demências, traumatismo cranioencefálico, transtornos neurológicos e psiquiátricos. A adaptação brasileira de Paula & Malloy-Diniz oferece normas para a faixa de 6 a 80+ anos.
O RAVLT como padrão-ouro da memória episódica verbal
Desenvolvido por André Rey em 1958 e refinado por Taylor em 1959, o Teste de Aprendizagem Auditivo-Verbal de Rey (RAVLT) é até hoje um dos instrumentos mais utilizados internacionalmente para avaliar a memória episódica auditivo-verbal — o sistema responsável por codificar, armazenar e recuperar eventos verbais ligados a um contexto espaço-temporal. No Brasil, a normatização vigente é a de Paula e Malloy-Diniz (2018), publicada pela Vetor Editora e aprovada pelo SATEPSI, com tabelas estratificadas por faixa etária cobrindo dos 6 aos 92 anos. A versão de 2018 substitui o trabalho seminal de Malloy-Diniz e colaboradores (2000) e deve ser a referência adotada em laudos atuais; planilhas que circulam informalmente com a normatização antiga produzem percentis defasados. A estrutura clássica do teste prevê duas listas de 15 palavras não relacionadas semanticamente. A Lista A é lida pelo examinador no ritmo de uma palavra por segundo e o paciente evoca livremente após cada apresentação — esse ciclo é repetido cinco vezes (tentativas A1 a A5), permitindo observar a curva de aprendizagem. Em seguida apresenta-se a Lista B, distratora, com evocação única (tentativa B1). Imediatamente após, sem nova apresentação da Lista A, o paciente é solicitado a evocar novamente a primeira lista (A6 — evocação imediata pós-interferência). Após intervalo de 20 a 30 minutos preenchido com tarefas não verbais, faz-se a evocação tardia (A7) e, por fim, o reconhecimento entre 50 palavras (15 da Lista A, 15 da Lista B e 20 distratoras semântico-fonológicas). O desenho permite separar componentes que outros testes verbais não dissociam: capacidade de aquisição (A1-A5), suscetibilidade à interferência proativa (B1 sob influência da Lista A previamente aprendida) e retroativa (A6 sob influência da Lista B recém-aprendida), velocidade de esquecimento (A7/A6) e qualidade do traço de memória (reconhecimento × evocação livre). É justamente essa riqueza analítica que mantém o RAVLT como referência em pesquisa clínica e como teste obrigatório em baterias para Alzheimer, comprometimento cognitivo leve (CCL), TCE e investigação de epilepsia temporal.
Os índices derivados explicados: o que cada número significa
A leitura dos escores brutos isolados subaproveita o RAVLT. Os índices derivados é que sustentam a hipótese clínica. O Total A1-A5 expressa a capacidade global de aprendizagem ao longo das cinco tentativas — é o escore mais robusto e o mais frequentemente reportado em estudos comparativos. A Aprendizagem ao Longo das Tentativas (ALT), calculada como Total – (5 × A1), corrige a aprendizagem efetiva pela linha de base da primeira tentativa, isolando o ganho real adquirido após A1 e neutralizando o efeito da amplitude de span imediata sobre o desempenho global. A interferência proativa é estimada pela razão B1/A1. Valores próximos ou inferiores a 1 indicam que o paciente teve dificuldade de aprender a nova lista (B) por interferência da lista anterior (A) já consolidada — padrão relevante em quadros disexecutivos e em adultos mais velhos. A interferência retroativa é avaliada pela razão A6/A5, refletindo o quanto a Lista B distratora prejudicou a recuperação imediata da Lista A. Quedas marcadas (A6 < A5 – 2 itens, aproximadamente) sugerem vulnerabilidade do traço recém-formado a competição. Já a velocidade de esquecimento é dada por A7/A6, idealmente próxima de 1; razões substancialmente menores apontam para falha de consolidação ou retenção em longo prazo, sinal cardinal de comprometimento hipocampal e marcador precoce de Alzheimer. O reconhecimento é o índice que diferencia déficit de armazenamento de déficit de recuperação. Quando o paciente reconhece as palavras-alvo apesar de não evocá-las livremente em A7, a hipótese mais provável é falha executiva de recuperação (típica de depressão, TDAH, quadros frontais ou subcorticais). Quando o reconhecimento também é baixo, com falsos positivos elevados, o quadro é de déficit de armazenamento (compatível com Alzheimer inicial). Intrusões (palavras não pertencentes às listas) e perseverações (repetições da mesma palavra em uma tentativa) acrescem informação sobre controle inibitório e, em contexto pericial, podem sinalizar simulação quando aparecem em padrão atípico. Todos esses escores são convertidos para Z-score e percentil pelas normas brasileiras, com cutoff clínico tradicional em -1,5 DP (déficit leve a moderado) e -2 DP (comprometimento marcado).
Perfis clínicos típicos: como diferenciar Alzheimer, CCL, TDAH e depressão no RAVLT
A força diagnóstica do RAVLT está em permitir que padrões de desempenho, e não apenas escores absolutos, orientem a hipótese clínica. Na doença de Alzheimer inicial, o perfil típico combina Total A1-A5 reduzido, curva de aprendizagem aplainada, A7 muito inferior a A6 (velocidade de esquecimento acelerada), reconhecimento prejudicado com falsos positivos e ausência de benefício significativo do reconhecimento sobre a evocação livre — assinatura de déficit de consolidação hipocampal. No comprometimento cognitivo leve amnéstico (CCL-a), considerado fase prodrômica da DA, o padrão é qualitativamente semelhante mas atenuado: A7 baixo, ALT abaixo do esperado para a faixa etária, mas reconhecimento ainda relativamente preservado em relação ao quadro estabelecido de demência. No TDAH adulto, o perfil clássico é uma curva A1-A5 plana ou de inclinação reduzida (déficit de codificação por flutuação atencional e estratégias de aprendizagem pobres), com retenção A7/A6 preservada e reconhecimento adequado — ou seja, quando o paciente consegue codificar, ele retém. Na depressão maior em fase aguda, observa-se Total rebaixado de maneira global por desengajamento motivacional, mas com retenção preservada e benefício marcante do reconhecimento sobre a evocação livre (o famoso padrão de pseudodemência depressiva). No TCE moderado a grave, a configuração depende da topografia da lesão, mas é comum encontrar interferência proativa e retroativa exacerbadas, intrusões aumentadas e variabilidade entre tentativas. A epilepsia temporal mesial unilateral tende a produzir déficit assimétrico — pior à direita afeta material verbal de maneira mais leve, pior à esquerda compromete acentuadamente o RAVLT. Na esquizofrenia, o padrão envolve curva de aprendizagem rebaixada com aumento de intrusões e perseverações. No envelhecimento normal, espera-se discreta redução do Total e do A7, mas dentro das faixas normativas — daí a importância de utilizar a tabela por faixa etária correta, e não comparar idosos a normas de adultos jovens, erro frequente em correções manuais e em planilhas desatualizadas.
Por que corrigir o RAVLT no ClinMetrics em vez de planilha ou cálculo manual
A correção manual do RAVLT envolve somar evocações corretas em sete tentativas, contar intrusões e perseverações, computar acertos e falsos positivos no reconhecimento, calcular Total, ALT, B1/A1, A6/A5 e A7/A6, localizar cada bruto na tabela normativa correta por faixa etária, converter para Z e percentil e classificar — um processo que, mesmo para um neuropsicólogo experiente, consome entre 15 e 25 minutos por protocolo, com risco real de erro em cada etapa. Planilhas Google Sheets que circulam em grupos profissionais aliviam parte do trabalho, mas frequentemente operam com normas antigas (Malloy-Diniz 2000), quebram quando copiadas entre dispositivos e não têm versionamento auditável. No ClinMetrics, você lança as palavras evocadas em cada uma das sete tentativas e as respostas do reconhecimento; a plataforma calcula instantaneamente todos os escores brutos, todos os índices derivados (ALT, B1/A1, A6/A5, A7/A6), aplica a tabela normativa Paula & Malloy-Diniz (2018) correspondente à faixa etária do paciente e devolve percentis e classificação clínica. A curva de aprendizagem é renderizada como gráfico pronto para o laudo. A lógica de correção é versionada, testada com baterias de regressão a cada release e auditada pela equipe técnica — você não precisa conferir fórmula nem se preocupar se a planilha do colega está com a normativa correta. Cada avaliação fica arquivada na ficha do paciente, com data, hora e identificação de quem aplicou, facilitando comparação longitudinal entre reavaliações (respeitado o intervalo mínimo de seis meses para mitigar efeito de prática) e a integração com outros instrumentos da bateria — Figura de Rey para memória visuoespacial, Dígitos para span imediato, Trilhas A/B para atenção e flexibilidade, FAS para fluência verbal. A exportação em DOCX já estruturado conforme a Resolução CFP 06/2019 entrega o laudo com identificação, demanda, procedimento, análise dos resultados e espaço para a sua síntese clínica. A responsabilidade técnica e a conclusão continuam sendo suas; o ClinMetrics elimina a aritmética e a busca em tabela, devolvendo o tempo da sessão para o que importa — interpretar.
Construtos avaliados
Indicações clínicas
Faixa etária
6 a 80+ anosO que sustenta o cálculo por trás da tela
CFP 06/2019
Aderente à resolução do Conselho Federal de Psicologia sobre testagem.
LGPD-ready
Hospedagem em território nacional, controle de acesso e logs.
Normas oficiais
Tabelas normativas por instrumento, com fontes nos manuais.
593 testes
Suite automatizada que audita cada cálculo do motor de correção.
Infra brasileira
Banco de dados em sa-east-1, sem trânsito internacional padrão.
Perguntas frequentes
Qual plano destrava o RAVLT?
O RAVLT faz parte do plano Essencial e superiores. Você pode testar gratuitamente os instrumentos de uso livre antes de assinar.
Como funciona o registro das tentativas?
Para cada uma das 7 tentativas (A1 a A5, B1, A6 e A7), você marca as palavras evocadas pelo paciente em uma lista de 15 itens. No reconhecimento, registra as 50 respostas (sim/não). A plataforma calcula automaticamente os escores brutos, Total A1-A5, ALT, percentis e classificação.
O laudo gerado serve como documento oficial?
O ClinMetrics gera o laudo no formato estruturado da Resolução CFP 06/2019 em DOCX. A responsabilidade técnica, a conclusão clínica e a assinatura digital ou física continuam sendo do(a) psicólogo(a) responsável.
Quais escores e índices a plataforma calcula?
Escores brutos de A1-A5, B1, A6, A7 e Reconhecimento; Total A1-A5; Aprendizagem ao Longo das Tentativas (ALT); interferência proativa (B1/A1); interferência retroativa (A6/A5); velocidade de esquecimento (A7/A6). Todos com percentil e classificação clínica conforme normas brasileiras por faixa etária.
É preciso ser psicólogo(a) inscrito(a) no CFP para usar?
Sim. O RAVLT é um teste psicológico de uso restrito ao(à) psicólogo(a) inscrito(a) em Conselho Regional de Psicologia, conforme regulamentação do CFP e SATEPSI. No cadastro pedimos o número do CRP.
Posso experimentar antes de assinar?
O teste grátis dá acesso aos instrumentos de uso livre (ETDAH-AD, ASRS-18 e AQ Adultos). O RAVLT faz parte dos planos pagos a partir do Essencial.
Comece a corrigir o RAVLT hoje
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*Instrumentos de uso livre disponíveis no Trial; demais conforme plano.